terça-feira, 27 de maio de 2008

Connectiva recebe seu primeiro computador

Um plugue aqui, outro ali, em dez minutos estava instalado. Só faltava ligar. O fio do estabilizador não alcançava a tomada. Mudaram a mesa de lugar. Pronto. Agora era só apertar um botão. Diego estava sentado na cadeira em frente o computador. Francisco, em pé, logo atrás. Caio, sentado no tapete, escultando no mp3 a palestra de um químico... sobre existencialismo (?!). Não é todo dia que se ouve químicos falando sobre existencialismo. Nem ligou para o computador.

Levanta-se depois de ter sido chamado para ver um tremor na tela. Quando chega, o tremor acaba. O computador funciona perfeitamente. Foi cedido pelo Departamento do curso. Francisco Gonçalves, ao falar, dias antes, do cuidado que os membros da empresa deveriam que ter com o equipamento, foi bem incisivo, "se sumir alguma peça, teremos que acionar a Polícia Federal". Diego, o presidente, logo visualizou-se algemado, sendo conduzido por agentes da PF ao camburão. O termo de compromisso que assinou põe sobre si e aos demais membros da Connectiva toda a responsabilidade sobre o material.

O diagnóstico foi positivo. Terão apenas que substituir o mouse e instalar alguns programas. A Empresa Júnior se desenvolve velozmente. "Vamos ter que trabalhar para comprar um computador próprio", diz Diego. Terão que trabalhar muito para fazer muitas coisas. Sede própria. Dois computadores próprios. Telefone próprio. Internet. Ar condicionado. É assim que começam todas as grandes empresas: trabalho, força de vontade e ambição. Mas do jeito que as coisas estão indo, não vai demorar muito para conseguir o que querem.

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